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ISM 2.0 · gestão de rede e infraestrutura

Sua rede tem centenas de equipamentos.
Você precisa de uma tela.

O ISM administra por SSH qualquer equipamento que fale por linha de comando — switch, roteador, firewall, controladora, servidor: inventário, execução de comandos em massa, backup e comparação de configuração, automação agendada, terminal gravado e auditoria de tudo. Um lugar só — do equipamento que ninguém documentou até a mudança que precisa acontecer hoje à noite em duzentos deles.

execução · atualizar-banner · 8 equipamentos
20 plataformas no catálogo
1executor, sem atalho paralelo
68 temas de terminal
0recursos vindos de fora
O que é

Um centro de operações para a infraestrutura que você já tem.

Infraestrutura corporativa é administrada há vinte anos do mesmo jeito: uma planilha com os equipamentos, um cliente SSH aberto em quatro abas, um script que só uma pessoa sabe rodar e um histórico que existe na memória de quem estava de plantão.

O ISM junta isso num produto. Ele conhece os equipamentos — de switch de acesso a firewall, controladora e servidor Linux —, fala com eles pelo protocolo que já existe: SSH, sem agente instalado, sem porta nova, sem mudar nada na rede. E transforma cada operação em algo planejado, revisável e registrado.

Não é um monitor de gráficos. É a ferramenta de quem precisa fazer alguma coisa em duzentos equipamentos hoje, e responder amanhã pelo que foi feito.

O objetivo

Tirar o risco da operação manual — sem tirar da pessoa a decisão do que fazer.

Ver antes de agir

Toda execução mostra o comando final, equipamento por equipamento, antes de abrir a primeira sessão.

Repetir sem reinventar

O que funcionou vira template versionado, e o template vira agendamento. A terceira vez custa um clique.

Poder voltar atrás

Configuração versionada, comparação entre versões e rollback declarado no próprio plano de execução.

Responder pelo que foi feito

Acesso, comando, sessão de terminal e mudança de configuração deixam rastro por construção — não por configuração.

Capacidades

Do inventário à auditoria, sem trocar de ferramenta.

Dez áreas do produto. Todas sobre os mesmos equipamentos, as mesmas permissões e o mesmo registro.

Inventário que sabe o que existe

A frota inteira numa tabela só — switch, roteador, firewall, controladora, servidor —, por site, por plataforma, por etiqueta, com o que o ISM descobriu sozinho ao falar com cada equipamento.

  • Importação de planilha, com conferência antes de gravar
  • Modelo, número de série e versão extraídos do próprio equipamento
  • Alcançabilidade, última coleta e quem esteve lá por último

Comando em massa, sem susto

Um plano de execução, um só executor, e a prévia do que vai acontecer antes de qualquer coisa acontecer.

  • Prévia por equipamento: o comando final, já com as variáveis
  • Canário, lotes e política de falha — a frota não cai de uma vez
  • Validação e rollback como passos do plano, não como improviso

Configuração versionada

Cada backup é uma versão. Comparar duas datas — ou dois equipamentos — é uma tela, não um arquivo baixado e um diff no editor.

  • Snapshot manual ou agendado, com histórico que não some
  • Comparação lado a lado entre datas e entre equipamentos
  • Só onde a plataforma realmente sabe entregar a configuração

Automação no relógio

O que se repete deixa de depender de alguém lembrar. A mesma automação da tela, no horário, com o mesmo registro.

  • Agenda por equipamento, por grupo ou pela frota
  • Templates versionados, com trava contra sobrescrever sem saber
  • Falhou no meio? A execução termina como parcial — nunca 'sucesso'

Terminal no navegador, gravado

SSH de verdade, dentro do produto, com a sessão inteira registrada — inclusive o que foi digitado às três da manhã.

  • Sem cliente instalado, sem chave espalhada em estação
  • Sessão auditável e revisitável depois do incidente
  • 68 temas de terminal, porque quem passa o dia aqui merece escolher

Auditoria e cofre

Quem fez, o quê, onde, quando — e com qual credencial. Auditoria não é relatório: é o registro que nasce junto com a ação.

  • Papéis do leitor ao administrador, conferidos no servidor
  • Segundo fator por aplicativo autenticador, com códigos de resgate
  • Credencial no cofre, redigida de todo log e de toda notificação

Cowork: a conversa ao lado do objeto

A discussão do incidente acontece junto do equipamento, da execução e da sessão de que ela trata — e o vínculo é um dado, não um texto colado.

  • Salas, threads e menções presas ao objeto operacional
  • Incidentes, alarmes e mural de avisos da equipe
  • War room nasce só por decisão humana — nunca por automatismo

Biblioteca operacional

O conhecimento que hoje mora no chat de alguém: procedimento, particularidade do site, o motivo daquela exceção.

  • Documento ligado ao equipamento a que ele pertence
  • Busca por texto que ignora acento e encontra o que foi escrito
  • Remoção reversível, com lixeira — nada de apagar para sempre

Assistente que conhece o ambiente

Um assistente nativo que lê o inventário, a execução e a documentação — dentro do que o papel de quem pergunta permite ver.

  • Responde sobre o SEU ambiente, não sobre a internet
  • Monta o rascunho da automação; quem salva é a pessoa
  • Nenhuma credencial atravessa para o modelo. Nunca

Vários ambientes, isolados de verdade

Um provedor que atende dez clientes opera dez ambientes na mesma instalação — separados por árvore de disco, não por uma coluna numa tabela.

  • Inventário, execuções, documentos e auditoria por ambiente
  • A troca de ambiente limpa o que a aba guardava do anterior
  • Ver um ambiente e escrever nele são permissões diferentes
Como funciona

O caminho de uma mudança.

Da tela, do agendamento ou da linha de comando, é sempre este caminho — e é sempre o mesmo motor. Não existe uma segunda porta por onde um comando chegue ao equipamento.

1

Inventário

Os equipamentos que existem, com plataforma, site e etiquetas. Nada é executado contra um alvo que o ISM não conhece.

2

Alvos e variáveis

Quem entra nesta execução e com quais valores. Cinco escopos, do sistema ao equipamento — e segredo nunca vira texto no plano.

3

Prévia

O comando final, renderizado por equipamento, antes de abrir SSH. É aqui que o erro de digitação morre — e não em produção.

4

Execução

Canário primeiro, depois lotes. Cada passo com validação, e rollback quando o plano declara um. O progresso é ao vivo.

5

Auditoria

O que aconteceu em cada equipamento, com saída, duração e motivo da falha. Meia execução é registrada como parcial, nunca como sucesso.

Compatibilidade

20 plataformas no catálogo — e o resto também.

Cada fabricante fala à sua maneira — prompt de configuração, paginação, confirmação, padrão de erro. O ISM guarda essa diferença dentro dele para que a sua operação não precise guardá-la. E o que não está no catálogo entra pelo SSH genérico: se o equipamento tem linha de comando, o ISM opera nele — o que muda é quanto ele sabe automatizar sozinho.

CiscoDellHPArubaJuniperHuaweiExtremeLinuxSSH genérico
Princípios

As decisões que não estão à venda.

Um produto que executa comandos em equipamento de produção precisa ter opinião. Estas são as do ISM.

um executor

Nenhum caminho paralelo

Tela, agendamento e linha de comando montam o mesmo plano e chamam o mesmo executor. Existe um teste que falha se aparecer um segundo.

entrega zerada

O produto chega vazio

Nenhuma sala, nenhum bot, nenhum exemplo semeado. O que estiver no seu ambiente foi você quem pôs lá.

gesto humano

Automatismo não declara crise

War room, mudança e execução nascem de alguém que decidiu. O ISM avisa, prepara e registra — não age sozinho no lugar de ninguém.

sem CDN

Nada vem de fora

Nenhuma fonte remota, nenhum script de terceiro, nenhuma telemetria. Em rede microssegmentada, o que depende da internet falha calado.

registro primeiro

Auditoria não é opcional

Não há modo silencioso. Acesso, execução, sessão de terminal e mudança de configuração deixam rastro por construção.

erro que ensina

A tela diz o que fazer

Falha traz o motivo, o equipamento e o próximo passo. Mensagem de erro viaja por código interno — nunca por texto solto na barra de endereço.

Acesso

Sua conta já sabe o que você pode ver.

O ISM é um produto de operação: o acesso é dado pelo administrador do seu ambiente, com o papel certo. Se você já tem conta, é por aqui.

Todo acesso e toda execução ficam registrados na auditoria.